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Milhares vão às ruas contra reforma da Previdência e pela Educação

Milhares de pessoas foram às ruas de Campo Grande e nas demais capitais brasileiras, além de centenas de cidades em todo o país, em protesto à reforma da Previdência e contra os cortes de investimentos nas universidades públicas. Parlamentares da bancada de Mato Grosso do Sul, que votam contra o interesse dos trabalhadores, também foram alvos de protestos. Manifestantes carregaram faixas e cartazes criticando suas posturas.

As manifestações em Campo Grande, coordenadas por centrais sindicais, federações e sindicatos como o SISTA-MS (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Institutos Federais de Ensino de MS), que mobilizou, juntamente com outras entidades, professores, acadêmicos, servidores, técnicos administrativos (RJU) da UFMS e do Hospital Universitário e até pais de acadêmicos.

A concentração começou às 8h30 em Campo Grande, na Praça do Rádio. Por volta das 9h já havia concentrado milhares de pessoas, muitas vindas inclusive em caravana de outros municípios do interior de MS.

Ocupando o palco daquela praça, lideranças sindicais manifestaram seus protestos contra a política pública do Governo Bolsonaro de promover a reforma da Previdência para penalizar ainda mais os trabalhadores brasileiros, enquanto mantêm privilégios imexíveis nos Três Poderes.

Coordenadores do SISTA-MS chegaram logo cedo às manifestações, entre eles estavam Waldevino Basílio e Cléo Gomes, coordenadores gerais e Edson Rodrigues Barbosa e Nivalci Barbosa de Oliveira (Administração e Finanças).

O manifesto nacional é para chamar a atenção tanto da opinião pública brasileira como das próprias autoridades, especialmente do Executivo e Legislativo, para a opinião pública sobre essas duas matérias polêmicas que estão expostas hoje no país: a reforma da Previdência e o arrocho financeiro do Governo junto às universidades públicas que correm risco de fechar suas portas por falta de recursos básicos para manutenção.

Em Mato Grosso do Sul a reitoria da UFMS se reuniu no mês passado para repassar para a opinião pública a gravidade da situação. Ela informou que não terá condições de tocar a administração da universidade a partir de agosto deste ano se prevalecer o contingenciamento de verba que recebe para sua manutenção.

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