Vereadoras cobram transparência na entrega de cestas básicas e no transporte escolar, enquanto clima político esquenta na Câmara de Coxim
A sessão da Câmara Municipal de Coxim, realizada nesta segunda-feira (27), foi marcada por debates intensos e cobranças sobre a gestão de programas públicos no município. As vereadoras Adriana Nabhan (MDB) e Simone Gomes (Republicanos) se destacaram ao abordar temas de interesse social e cobrar transparência e responsabilidade da administração.
A vereadora Adriana Nabhan apresentou um requerimento solicitando um relatório completo e atualizado das cestas básicas entregues nos últimos 60 dias, com informações detalhadas sobre quantidade, locais de distribuição e famílias beneficiadas. O pedido foi aprovado por unanimidade pelos parlamentares.
Segundo Adriana, o objetivo é garantir que o programa de assistência social atenda quem realmente precisa, sem qualquer uso político ou manipulação eleitoral.
“O que está sendo questionado não é o trabalho técnico dos servidores que prestam o serviço, e sim a forma como essa política pública está sendo conduzida. Queremos que as cestas cheguem a quem realmente precise. O meu requerimento tem caráter propositivo e investigativo — não é perseguição nem ataque, é uma ação fiscalizadora legítima”, afirmou a vereadora.
Ela ressaltou que a entrega das cestas é um instrumento importante de apoio às famílias em vulnerabilidade, mas alertou para a necessidade de critérios claros, transparência e fiscalização constante.
Já a vereadora Simone Gomes voltou a cobrar soluções para o transporte escolar da linha Neide, que segue sem funcionar, impedindo que estudantes da zona rural frequentem as aulas. Segundo a parlamentar, o problema persiste desde o início do ano, por falta de pagamento e manutenção.
“As crianças estão perdendo aula, perdendo provas. Essa linha apresenta problemas há meses e precisa de uma solução urgente. Não dá mais para empurrar com a barriga”, disse Simone, reforçando que a educação deve ser prioridade.
Durante o debate, Simone também saiu em defesa do ex-vereador Marquinhos Vaz, afirmando que ele “agiu com caráter e determinação” na votação da nova Mesa Diretora e que “caberá ao leitor avaliar com justiça o papel de cada um”.
Em contraponto, o vereador Johnny Guerra Gai (PP) voltou à tribuna para criticar duramente Marquinhos Vaz, chamando-o de “covarde”, “desonesto” e acusando-o de ter “agido de má-fé” ao votar contra a base governista. O episódio resultou na eleição de Maurício Helpis (PSDB) como novo presidente da Câmara para o biênio 2027/2028.
A mudança na composição da Mesa, que expôs um racha na base do prefeito Edilson Magro (PP), foi apontada por veículos como o MS em Foco como possível motivação política para a exoneração do então secretário de Assistência Social, Ademir Peteca, que retornou ao Legislativo, ocupando novamente a vaga de Marquinhos Vaz — o que muitos interpretam como retaliação política.
O novo presidente eleito, Maurício Helpis, elogiou Marquinhos e destacou que pretende conduzir a Câmara com “equilíbrio e diálogo”. Ele também ressaltou que convidou três vereadoras para compor a Mesa Diretora, valorizando a presença feminina no comando do Legislativo.
A sessão reforçou o momento de tensão política em Coxim, com o plenário dividido entre cobranças legítimas de fiscalização e discursos marcados por disputas e acusações.
A vereadora Adriana Nabhan apresentou um requerimento solicitando um relatório completo e atualizado das cestas básicas entregues nos últimos 60 dias, com informações detalhadas sobre quantidade, locais de distribuição e famílias beneficiadas. O pedido foi aprovado por unanimidade pelos parlamentares.
Segundo Adriana, o objetivo é garantir que o programa de assistência social atenda quem realmente precisa, sem qualquer uso político ou manipulação eleitoral.
“O que está sendo questionado não é o trabalho técnico dos servidores que prestam o serviço, e sim a forma como essa política pública está sendo conduzida. Queremos que as cestas cheguem a quem realmente precise. O meu requerimento tem caráter propositivo e investigativo — não é perseguição nem ataque, é uma ação fiscalizadora legítima”, afirmou a vereadora.
Ela ressaltou que a entrega das cestas é um instrumento importante de apoio às famílias em vulnerabilidade, mas alertou para a necessidade de critérios claros, transparência e fiscalização constante.
Já a vereadora Simone Gomes voltou a cobrar soluções para o transporte escolar da linha Neide, que segue sem funcionar, impedindo que estudantes da zona rural frequentem as aulas. Segundo a parlamentar, o problema persiste desde o início do ano, por falta de pagamento e manutenção.
“As crianças estão perdendo aula, perdendo provas. Essa linha apresenta problemas há meses e precisa de uma solução urgente. Não dá mais para empurrar com a barriga”, disse Simone, reforçando que a educação deve ser prioridade.
Durante o debate, Simone também saiu em defesa do ex-vereador Marquinhos Vaz, afirmando que ele “agiu com caráter e determinação” na votação da nova Mesa Diretora e que “caberá ao leitor avaliar com justiça o papel de cada um”.
Em contraponto, o vereador Johnny Guerra Gai (PP) voltou à tribuna para criticar duramente Marquinhos Vaz, chamando-o de “covarde”, “desonesto” e acusando-o de ter “agido de má-fé” ao votar contra a base governista. O episódio resultou na eleição de Maurício Helpis (PSDB) como novo presidente da Câmara para o biênio 2027/2028.
A mudança na composição da Mesa, que expôs um racha na base do prefeito Edilson Magro (PP), foi apontada por veículos como o MS em Foco como possível motivação política para a exoneração do então secretário de Assistência Social, Ademir Peteca, que retornou ao Legislativo, ocupando novamente a vaga de Marquinhos Vaz — o que muitos interpretam como retaliação política.
O novo presidente eleito, Maurício Helpis, elogiou Marquinhos e destacou que pretende conduzir a Câmara com “equilíbrio e diálogo”. Ele também ressaltou que convidou três vereadoras para compor a Mesa Diretora, valorizando a presença feminina no comando do Legislativo.
A sessão reforçou o momento de tensão política em Coxim, com o plenário dividido entre cobranças legítimas de fiscalização e discursos marcados por disputas e acusações.
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