Chuvas deixam ruas sem pavimentação intrafegáveis no Centro de Coxim e empresário relata drama diário para acessar a própria casa
Morador da Rua Viriato Bandeira denuncia prejuízos, lamaçal e falta de condições mínimas após obras de drenagem iniciadas durante período de chuvas
As fortes chuvas que atingiram Coxim nos últimos dias escancararam a dificuldade enfrentada até mesmo em áreas centrais da cidade. Na Rua Viriato Bandeira, localizada no Centro, um empresário relata estar vivendo um verdadeiro caos para conseguir entrar e sair de casa devido à falta de pavimentação e às obras de drenagem executadas em pleno período chuvoso.
Segundo o morador, a comunidade esperou mais de 10 anos para ver o início da obra de drenagem, necessária antes da pavimentação. Porém, o que deveria trazer soluções acabou se transformando em transtornos diários.
> “Essa é a situação que estamos vivendo hoje na Rua Viriato Bandeira. Esperei por mais de 10 anos por esse momento, a drenagem na rua para posteriormente vir o asfalto, mas hoje vivemos dias difíceis. Estamos sem acesso às nossas casas com veículos. A Prefeitura, através do secretário de Obras, tinha arrumado a rua para termos menos transtornos com a chuva, mas agora está impossível passar.”
Com o solo encharcado e os buracos abertos pela obra, muitos veículos ficaram presos dentro das garagens, impossibilitados de sair. O empresário relata que não existe sequer um ponto firme para pisar sem afundar na lama:
> “Carro ficou preso na garagem porque não consegue sair. Não tem um lugar para passar sem que afunde o pé na lama. Uma obra que deveria ser feita na época da seca, e não em época de chuva.”
Moradores afirmam ter solicitado apoio de vereadores, mas até agora nenhuma providência efetiva foi tomada. Para piorar, as intervenções continuam mesmo sem condições climáticas adequadas:
> “Continuam abrindo buracos e colocando manilhas, passando cimento nas emendas. Só não sei como esse cimento seca com essa chuva. Onde a retroescavadeira passou, não se transita mais. O correto, já que começaram a obra no tempo errado, era cada buraco feito ser arrumado para deixar a rua transitável.”
O empresário relata inclusive prejuízo financeiro após o carro atolar:
“Atolei meu carro, a drenagem toda entrou dentro de um buraco. Prejuízo. Lamentável ver isso acontecer.”
Ele também alerta para riscos futuros, caso o serviço seja concluído sem condições ideais:
> “Depois do asfalto passado, vêm as infiltrações por baixo da terra, porque cimento não seca na chuva. Daí acontece o que aconteceu na Avenida Mato Grosso: afunda o asfalto e vêm os buracos gigantes.”
Com o acesso comprometido, famílias precisam carregar compras em várias viagens, crianças no colo enfrentam lama profunda e até o caminhão de lixo não consegue circular pela via.
Moradores pedem uma resposta urgente da Prefeitura de Coxim para garantir, ao menos, condições mínimas de trafegabilidade no Centro, enquanto as obras seguem em andamento. A comunidade afirma estar cansada de esperar e teme novos prejuízos caso nada seja feito. Chuvas deixam ruas sem pavimentação intrafegáveis no Centro de Coxim e empresário relata drama diário para acessar a própria casa
Morador da Rua Viriato Bandeira denuncia prejuízos, lamaçal e falta de condições mínimas após obras de drenagem iniciadas durante período de chuvas
As fortes chuvas que atingiram Coxim nos últimos dias escancararam a dificuldade enfrentada até mesmo em áreas centrais da cidade. Na Rua Viriato Bandeira, localizada no Centro, um empresário relata estar vivendo um verdadeiro caos para conseguir entrar e sair de casa devido à falta de pavimentação e às obras de drenagem executadas em pleno período chuvoso.
Segundo o morador, a comunidade esperou mais de 10 anos para ver o início da obra de drenagem, necessária antes da pavimentação. Porém, o que deveria trazer soluções acabou se transformando em transtornos diários.
> “Essa é a situação que estamos vivendo hoje na Rua Viriato Bandeira. Esperei por mais de 10 anos por esse momento, a drenagem na rua para posteriormente vir o asfalto, mas hoje
vivemos dias difíceis. Estamos sem acesso às nossas casas com veículos. A Prefeitura, através do secretário de Obras, tinha arrumado a rua para termos menos transtornos com a chuva, mas agora está impossível passar.”
Com o solo encharcado e os buracos abertos pela obra, muitos veículos ficaram presos dentro das garagens, impossibilitados de sair. O empresário relata que não existe sequer um ponto firme para pisar sem afundar na lama:
> “Carro ficou preso na garagem porque não consegue sair. Não tem um lugar para passar sem que afunde o pé na lama. Uma obra que deveria ser feita na época da seca, e não em época de chuva.”
Moradores afirmam ter solicitado apoio de vereadores, mas até agora nenhuma providência efetiva foi tomada. Para piorar, as intervenções continuam mesmo sem condições climáticas adequadas:
> “Continuam abrindo buracos e colocando manilhas, passando cimento nas emendas. Só não sei como esse cimento seca com essa chuva. Onde a retroescavadeira passou, não se transita mais. O correto, já que começaram a obra no tempo errado, era cada buraco feito ser arrumado para deixar a rua transitável.”
O empresário relata inclusive prejuízo financeiro após o carro atolar:
> “Atolei meu carro, a drenagem toda entrou dentro de um buraco. Prejuízo. Lamentável ver isso acontecer.”
Ele também alerta para riscos futuros, caso o serviço seja concluído sem condições ideais:
> “Depois do asfalto passado, vêm as infiltrações por baixo da terra, porque cimento não seca na chuva. Daí acontece o que aconteceu na Avenida Mato Grosso: afunda o asfalto e vêm os buracos gigantes.”
Com o acesso comprometido, famílias precisam carregar compras em várias viagens, crianças no colo enfrentam lama profunda e até o caminhão de lixo não consegue circular pela via.
Moradores pedem uma resposta urgente da Prefeitura de Coxim para garantir, ao menos, condições mínimas de trafegabilidade no Centro, enquanto as obras seguem em andamento. A comunidade afirma estar cansada de esperar e teme novos prejuízos caso nada seja feito.
As fortes chuvas que atingiram Coxim nos últimos dias escancararam a dificuldade enfrentada até mesmo em áreas centrais da cidade. Na Rua Viriato Bandeira, localizada no Centro, um empresário relata estar vivendo um verdadeiro caos para conseguir entrar e sair de casa devido à falta de pavimentação e às obras de drenagem executadas em pleno período chuvoso.
Segundo o morador, a comunidade esperou mais de 10 anos para ver o início da obra de drenagem, necessária antes da pavimentação. Porém, o que deveria trazer soluções acabou se transformando em transtornos diários.
> “Essa é a situação que estamos vivendo hoje na Rua Viriato Bandeira. Esperei por mais de 10 anos por esse momento, a drenagem na rua para posteriormente vir o asfalto, mas hoje vivemos dias difíceis. Estamos sem acesso às nossas casas com veículos. A Prefeitura, através do secretário de Obras, tinha arrumado a rua para termos menos transtornos com a chuva, mas agora está impossível passar.”
Com o solo encharcado e os buracos abertos pela obra, muitos veículos ficaram presos dentro das garagens, impossibilitados de sair. O empresário relata que não existe sequer um ponto firme para pisar sem afundar na lama:
> “Carro ficou preso na garagem porque não consegue sair. Não tem um lugar para passar sem que afunde o pé na lama. Uma obra que deveria ser feita na época da seca, e não em época de chuva.”
Moradores afirmam ter solicitado apoio de vereadores, mas até agora nenhuma providência efetiva foi tomada. Para piorar, as intervenções continuam mesmo sem condições climáticas adequadas:
> “Continuam abrindo buracos e colocando manilhas, passando cimento nas emendas. Só não sei como esse cimento seca com essa chuva. Onde a retroescavadeira passou, não se transita mais. O correto, já que começaram a obra no tempo errado, era cada buraco feito ser arrumado para deixar a rua transitável.”
O empresário relata inclusive prejuízo financeiro após o carro atolar:
“Atolei meu carro, a drenagem toda entrou dentro de um buraco. Prejuízo. Lamentável ver isso acontecer.”
Ele também alerta para riscos futuros, caso o serviço seja concluído sem condições ideais:
> “Depois do asfalto passado, vêm as infiltrações por baixo da terra, porque cimento não seca na chuva. Daí acontece o que aconteceu na Avenida Mato Grosso: afunda o asfalto e vêm os buracos gigantes.”
Com o acesso comprometido, famílias precisam carregar compras em várias viagens, crianças no colo enfrentam lama profunda e até o caminhão de lixo não consegue circular pela via.
Moradores pedem uma resposta urgente da Prefeitura de Coxim para garantir, ao menos, condições mínimas de trafegabilidade no Centro, enquanto as obras seguem em andamento. A comunidade afirma estar cansada de esperar e teme novos prejuízos caso nada seja feito. Chuvas deixam ruas sem pavimentação intrafegáveis no Centro de Coxim e empresário relata drama diário para acessar a própria casa
Morador da Rua Viriato Bandeira denuncia prejuízos, lamaçal e falta de condições mínimas após obras de drenagem iniciadas durante período de chuvas
As fortes chuvas que atingiram Coxim nos últimos dias escancararam a dificuldade enfrentada até mesmo em áreas centrais da cidade. Na Rua Viriato Bandeira, localizada no Centro, um empresário relata estar vivendo um verdadeiro caos para conseguir entrar e sair de casa devido à falta de pavimentação e às obras de drenagem executadas em pleno período chuvoso.
Segundo o morador, a comunidade esperou mais de 10 anos para ver o início da obra de drenagem, necessária antes da pavimentação. Porém, o que deveria trazer soluções acabou se transformando em transtornos diários.
> “Essa é a situação que estamos vivendo hoje na Rua Viriato Bandeira. Esperei por mais de 10 anos por esse momento, a drenagem na rua para posteriormente vir o asfalto, mas hoje
vivemos dias difíceis. Estamos sem acesso às nossas casas com veículos. A Prefeitura, através do secretário de Obras, tinha arrumado a rua para termos menos transtornos com a chuva, mas agora está impossível passar.”
Com o solo encharcado e os buracos abertos pela obra, muitos veículos ficaram presos dentro das garagens, impossibilitados de sair. O empresário relata que não existe sequer um ponto firme para pisar sem afundar na lama:
> “Carro ficou preso na garagem porque não consegue sair. Não tem um lugar para passar sem que afunde o pé na lama. Uma obra que deveria ser feita na época da seca, e não em época de chuva.”
Moradores afirmam ter solicitado apoio de vereadores, mas até agora nenhuma providência efetiva foi tomada. Para piorar, as intervenções continuam mesmo sem condições climáticas adequadas:
> “Continuam abrindo buracos e colocando manilhas, passando cimento nas emendas. Só não sei como esse cimento seca com essa chuva. Onde a retroescavadeira passou, não se transita mais. O correto, já que começaram a obra no tempo errado, era cada buraco feito ser arrumado para deixar a rua transitável.”
O empresário relata inclusive prejuízo financeiro após o carro atolar:
> “Atolei meu carro, a drenagem toda entrou dentro de um buraco. Prejuízo. Lamentável ver isso acontecer.”
Ele também alerta para riscos futuros, caso o serviço seja concluído sem condições ideais:
> “Depois do asfalto passado, vêm as infiltrações por baixo da terra, porque cimento não seca na chuva. Daí acontece o que aconteceu na Avenida Mato Grosso: afunda o asfalto e vêm os buracos gigantes.”
Com o acesso comprometido, famílias precisam carregar compras em várias viagens, crianças no colo enfrentam lama profunda e até o caminhão de lixo não consegue circular pela via.
Moradores pedem uma resposta urgente da Prefeitura de Coxim para garantir, ao menos, condições mínimas de trafegabilidade no Centro, enquanto as obras seguem em andamento. A comunidade afirma estar cansada de esperar e teme novos prejuízos caso nada seja feito.
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