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Casas e estádio de futebol? Desapropriação de área em Figueirão irá custar R$ 8,45 mi

A desapropriação de três áreas de uma chácara em Figueirão, município a 258 km de Campo Grande, irá custar quase R$ 8,5 milhões (R$ 8.451.000,00) aos cofres públicos. As glebas totalizam 93,9 hectares e serão usadas para a futura construção de moradia, escola, estádio de futebol, auditório para eventos, avenidas, balneário municipal, anel viário, entre outros.

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Conforme o Decreto Nº 1124, publicado no Diário da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), da última sexta-feira (6), a desapropriação de terras de forma amigável da Chácara 3R ocorre para utilidade pública e interesse social. As três áreas correspondem a 32,90; 53 e 8 hectares. 

As terras foram declaradas como de interesse público por meio do Decreto N.º 1113, de 28 de maio de 2025, publicado em diário oficial em 29 de maio. O pagamento aos proprietários será feito em dinheiro em duas parcelas. A primeira será de R$ 1 milhão no ato da assinatura do contrato de indenização, destinados ao levantamento da hipoteca que onera os imóveis. 

Já a segunda parte de R$ 7,45 milhões (R$ 7.451.000,00) será pago à vista após a comprovação da baixa da hipoteca e a lavratura da escritura pública de transmissão do domínio em favor do Município.

Em conversa com o Midiamax, o prefeito de Figueirão, Juvenal Consolaro (PSDB), explicou que a desapropriação atende a demanda urgente, mas que não deve sair do papel por enquanto devido à falta de recursos. “Nos faltam fundos, vamos correr atrás”, apontou. 

A publicação destina as áreas para uso em 12 fins específicos e abre a possibilidade para outras atividades.

I – construção de moradias, projeto habitacional;

II – construção de escola;

III – construção de estádio de futebol;

IV – construção de auditório para eventos;

V – implantação de parque industrial;

VI – instalação de campo de experimento rural;

VII – obtenção de material para aterro;

VIII – construção de avenidas amplas e arborizadas;

IX – implantação de programas para incentivo da economia local;

X – implantação de balneário municipal;

XI – implantação de anel viário em área periférica da zona urbana, com a finalidade de desviar o tráfego de veículos

pesados, promovendo maior mobilidade, sem interferir no núcleo central da cidade;

XII – utilização como área estratégica para novos empreendimentos;

XIII – outras atividades de interesse público.

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