Uma empresária do setor de vestuário manifestou indignação após uma cliente levar peças de roupa em sistema de “condicional” — prática comum no comércio — e não realizar a devolução nem o pagamento pelos produtos.
De acordo com relatos, a cliente teria retirado as roupas com o compromisso de decidir posteriormente pela compra, devendo devolver os itens dentro de um prazo combinado caso não houvesse interesse. No entanto, passado o período, a consumidora não retornou à loja e também não respondeu às tentativas de contato.
A prática de levar produtos em consignação é comum em lojas de pequeno e médio porte, especialmente no segmento de moda, e se baseia na confiança entre comerciante e cliente. Quando esse acordo não é cumprido, o prejuízo recai diretamente sobre o empreendedor, que perde tanto a mercadoria quanto a oportunidade de venda.
Especialistas apontam que, em situações como essa, o caso pode ser tratado inicialmente como uma questão civil, cabendo cobrança formal ou até ação judicial para ressarcimento do valor. Entretanto, se houver indícios de que a cliente agiu com intenção de não devolver os itens desde o início, a conduta pode ser enquadrada como apropriação indevida, com possíveis implicações legais mais graves.
A empresária afirma que pretende tomar medidas para não ficar no prejuízo. O caso reacende o debate sobre os riscos desse tipo de negociação informal, ainda bastante presente no comércio de Costa Rica MS.
AS CONSEQUENCIAS
Depende muito das circunstâncias e das provas, mas em geral, uma pessoa que pega algo “em condicional” e não devolve nem paga pode enfrentar duas consequências principais:
1. Área civil (mais comum)
• A pessoa pode ser obrigada a pagar o valor da roupa.
• Pode ter que pagar indenização (se houver prejuízo adicional).
• Pode sofrer cobrança judicial e até ter bens penhorados, dependendo do caso.
Isso acontece quando o caso é visto como um descumprimento de acordo.
2. Área criminal (casos mais graves)
Se ficar provado que houve intenção de não devolver desde o início, pode ser considerado algo parecido com:
• Apropriação indevida
• Ou até fraude
Nesse caso, a pessoa pode:
• Responder a um processo criminal
• Receber multa
• Em situações mais sérias, até pena de prisão (geralmente em casos com valores maiores ou repetição do comportamento)
Resumindo
• Sem má-fé comprovada → problema civil (pagar o que deve)
• Com má-fé comprovada → pode virar crime
Na prática, muitos casos começam como cobrança e só viram crime quando há prova clara de intenção de enganar.
Costa Rica
Empresária de Costa Rica se indigna após cliente não devolver roupas levadas em consignação
- por João de Oliveira
- 24 de março, 2026

Mais Costa Rica
Dois dias inesquecíveis de conexão com a natureza no Parque Estadual Nascentes do Rio Taquari em Costa Rica
- por João de Oliveira
- 21 de julho, 2026
Nos dias 18 e 19 de julho, o Parque Estadual Nascentes do Rio Taquari (PENT), em Costa Rica/MS, foi sede da 9ª...
Primeiro-secretário Juvenal da Farmácia apresenta propostas para modernizar a rodoviária e fortalecer os serviços de limpeza
- por João de Oliveira
- 20 de julho, 2026
Duas importantes propostas voltadas à melhoria da infraestrutura urbana e dos serviços públicos de Costa Rica foram apresentadas pelo vereador e primeiro-secretário...
Vice-presidente Magno Almeida apresenta propostas para fortalecer a agricultura familiar e apoiar produtores rurais de Costa Rica
- por João de Oliveira
- 20 de julho, 2026
Com foco no desenvolvimento do setor agrícola e no fortalecimento da agricultura familiar, o vice-presidente da Câmara Municipal, vereador Magno dos Santos...
Prefeitura de Costa Rica intensifica recuperação de estradas rurais na região do Jauru para fortalecer produção agropecuária
- por João de Oliveira
- 20 de julho, 2026
A Prefeitura de Costa Rica, por meio da Secretaria de Transportes, Urbanização e Obras Públicas, segue intensificando os serviços de manutenção e...