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Riedel promete antecipar 6 anos da meta de universalização do esgoto em MS

O governador Eduardo Riedel (PP) prometeu antecipar em 6 anos o projeto de universalização do saneamento básico de Mato Grosso do Sul, que hoje já cobre 81% do Estado.

Em agenda de apresentação do estudo Trata Brasil [veja ao final] nesta segunda-feira (22), Riedel pontuou que as possibilidades apontadas pelos técnicos o fizeram considerar a meta de atingir 90% dos municípios de MS com rede de esgoto ativa até 2027.

O Novo Marco do Saneamento impõe prazo final em 2033, mas MS quer sair na frente e ser o 1º estado no país a atingir a cobertura. Para isso, Riedel já havia firmado contrato com meta de universalização para 2028 com as empresas de saneamento de MS, sendo a Sanesul (estatal), Águas Guariroba e MS Pantanal (privadas).

“Eu cobro muito a equipe, mas eles têm falado ‘se tudo der certo’, tem um monte de ‘e se’ nessa entrelinha. ‘Se tudo der certo, se houver recurso, se isso, se isso, a gente consegue em 27 entregar’. Então, pra mim, virou 27. Eu vou apertar, eu vou fazer gestão para que ocorra de maneira positiva. Se isso der certo, se o financiamento tiver o recurso, então nós vamos trabalhar pra todos esses ‘e se’ ocorrerem e a gente antecipar o que tá contratualizado, que é 2028”, disse o governador.

O diretor-presidente da Águas Guariroba, Gabriel Buim, disse durante coletiva que Mato Grosso do Sul liga cerca de 3.800 imóveis às redes de captação de esgoto. Isso representa, na média, um impacto de 3 pessoas por família, totalizando quase 12 mil habitantes com segurança em saúde todos os meses.

No quesito água potável, o Estado já atingiu a universalização.

Estudo mostrou impacto do investimento
Um estudo do Instituto Trata Brasil, em Mato Grosso do Sul, demonstrou os ganhos econômicos e sociais da universalização da água potável e da coleta de esgoto. O levantamento aponta que cada um real investido no setor gera R$ 5,90 em benefícios diretos à sociedade, índice superior à média nacional de R$ 4,10.

A pesquisa revela que a expansão da infraestrutura sanitária reduz as despesas com internações na rede hospitalar do SUS (Sistema Único de Saúde) causadas por doenças respiratórias enfermidades ligadas à qualidade da água, como diarreia e vômito.

fonte: midiamax
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